Depois de muita insistência da Nandinha Silva
minha primeira rave!!
Montei e postei essa foto ontem no facebook, e vou reproduzir aqui alguns comentários de amigos!


Grande Bill, Digão....meninos! 
Antigamente, no Brasil, para produzir melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo.Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse.Um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou! O que fizeram então?Guardaram o melado estragado longe das vistas do feitor. No dia seguinte, encontraram o melado azedo (fermentado).Não pensaram duas vezes: misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo. Resultado: o "azedo" do melado antigo era álcool que aos poucos foi evaporando, formando no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente. Era a cachaça já formada que pingava (por isso o nome PINGA). Quando as gotas batiam nas costas marcadas com as chibatadas ardia muito, por isso o nome "AGUARDENTE".Caindo em seus rostos e escorrendo até a boca, os escravos viram que a tal goteira dava uma deliciosa sensação, daí passaram a repetir o processo constantemente.Hoje, como todos sabem, a pinga é símbolo nacional!Em homenagem aos meus caros amigos, verdadeiros "Pudins de Pinga"
:)
Mai, que a caipiroska desce bem, isso desce!
Saúde!
Zell
Um grande urso, vagando pela floresta, percebeu que um acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida. Quando a tina já estva fora da fogueira, o urso a abraçou com toda a sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo. Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo. Na verdade, era o calor da tina....Ele estava sendo queimado nas pas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.Começou a urrar muito alto. E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo. Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra seu corpo e mais alto ainda rugia.Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma arvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida.O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.Quando terminei de ouvir essa historia de um mestre percebi que, em nossa vida, por muitas vezes abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes.Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro e, mesmo assim, ainda julgamos importantes.Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero. Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.Para que tudo dê certo em sua vida é necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir. Tenha a coragem e a visão que o urso não teve.Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder...Solte a panela!


