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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

terça-feira, 26 de julho de 2011

Good bye Amy!

Montei e postei essa foto ontem no facebook, e vou reproduzir aqui alguns comentários de amigos!
O meu coment inicial:
frituras e afins em grande proporções também fazem mal a saúde!
Tenho sempre por mim que o que acaba com a pessoa, é a falta de medida, o exagero, a compulsão, a falta de controle das próprias vontades...
Acho que nunca vou entender isso!
O que leva alguém a transformar o prazer em tragédia!
Que pena!!

...
Elaine Ribeiro Tudo que é exagerado é prejudicial à vida Zell...
...
Fharat Chiara Estrelas não se julgam, se aplaudem. Espero que Janis Joplin e o kurt cobain a receba bem!!
...
Marise Lima Muniz
Zell, pessoas inseguras sofrem num nível inimaginável, é claro que todos querem ter disciplina (significa senhor de si mesmo), mas nem sempre conseguem, parabéns para quem consegue, mas isto só faz quem não consegue ter mais dor ainda... Acredito que Jimi Hendrix, Janes Joplin, Kurt Cobain, Brian Jones, Jim Morrison e Amy Winehouse foram vítimas de um tipo de sensibilidade que sufoca até você se auto-destruir e é um sentimento totalmente descontrolado.
...

São muitas opiniões... e eu sempre vou dizer: Não entendo!

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Feliz 2011!

A todos que porventura passaram por aqui,
por curiosidade, para se informar,
para rir, para criticar,
para conhecer, para... e para...
e para...
A todas essas pessoas,
continuem visitando em 2011
continuem buscando em 2011
continuem vivas em 2011
de corpo e de alma
façam um brinde na passagem
mesmo que seja com guaraná (rs)
para que o barulho de seus copos
acordem os espíritos iluminados
que nos guardaram nesse novo ano.

FELIZ 2011 e que se ele não for
repleto, não seja porque não tentamos
com todo nosso afinco fazê-lo melhor!

Um brinde! e um poema...
Boas energias a todos!


......... ...:.... ..........

PASSAGEM DO ANO


O último dia do ano
não é o último dia do tempo.
Outros dias virão
e novas coxas e ventres te comunicarão
o calor da vida.
Beijarás bocas, rasgarás papéis,
farás viagens e tantas celebrações
de aniversário, formatura, promoção,
glória,doce morte com sinfonia e coral,
que o tempo ficará repleto e não
ouvirás o clamor,
os irreparáveis uivos
do lobo, na solidão.

O último dia do tempo
não é o último dia de tudo.
Fica sempre uma franja de vida
onde se sentam dois homens.
Um homem e seu contrário,
uma mulher e seu pé,
um corpo e sua memória,
um olho e seu brilho,
uma voz e seu eco,
e quem sabe até se Deus...

Recebe com simplicidade este
presente do acaso.
Mereceste viver mais um ano.
Desejarias viver sempre e esgotar a
borra dos séculos.
Teu pai morreu, teu avô também.
Em ti mesmo muita coisa já expirou,
outras espreitam a morte,
mas estás vivo. Ainda uma vez estás vivo,
e de copo na mão
esperas amanhecer.

O recurso de se embriagar.
O recurso da dança e do grito,
o recurso da bola colorida,
o recurso de Kant e da poesia,
todos eles... e nenhum resolve.

Surge a manhã de um novo ano.

As coisas estão limpas, ordenadas.
O corpo gasto renova-se em espuma.
Todos os sentidos alerta funcionam.
A boca está comendo vida.
A boca está entupida de vida.
A vida escorre da boca,
lambuza as mãos, a calçada.
A vida é gorda, oleosa, mortal, sub-reptícia.

[Carlos Drummond de Andrade]

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Serenata (Serenade)















(Tradução da Musica Serenade da Banda Versailles)

A noite em que não consigo dormir continua...Eu quero ver você.
O tempo interrompido é deprimente e minha canção é longa
Não havia nenhuma suspeita, ao longe
No caminho que percorríamos
Ei... Nós tinhamos uma promessa, certo?
Não importa quão alto seja o muro, nós o ultrapassamos
Por que você não esta mais aqui? Eu quero te ver...
Assim, no meu coração, tudo é problemático
Então quão longe eu devo ir? Eu não posso mais caminhar...
Pois te encontrei em um sonho, aquele sonho irá
Cruelmente desaparecer novamente
Sim, como uma estrela cadente...
Aquela luz brilhante cessou e, ao Leste, o céu noturno chora
Meu coração começa a ferver e a porta se abre...
Serei capaz de te encontrar novamente algum dia?
Não importa quão alto seja o muro, nós o ultrapassamos e chegamos até aqui
Obrigado, você pode dormir agora, por que posso caminhar por mim mesmo
O sonho onde eu te vi retorna ao meu coração
Certamente, algum dia, o céu noturno irá conduzir pela madrugada
Meu coração agitado irá retornar para meu peito aquecido
Esta tudo bem assim
Posso caminhar, e os sons alcançados ao longe atravessam a escuridão.

*Pra quem curte o visual JRock e a música, vale a pena conhecer:

















Tem certas letras que caem como luva nas nossas histórias...
Essa é uma delas...

Zell

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Verdade Intrínseca... (Frodo)


"Como se retorna o curso de uma Antiga vida...?
Como se segue em frente...?
Quando no íntimo começa-se a entender que não há mais volta.
Há certas coisas que o tempo não pode curar, algumas feridas são tão profundas que nos acompanharão para sempre"


Misa Misa! Anime Spirit 2009

Dia após dia descobrindo o mundo dos animes.
E firmando mais e mais a idéia de que alimentar a criança interior é um remédio pra quase todos os males.
Mantenha seu espírito, vivo, acesso, curioso, satisfaça suas necessidades de mudar, mutar, metamorfosear... esteja aberto para o novo, todo dia denovo!
Seja Feliz!
Com os cumprimentos de Misa Amane Cosplay by Zell

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Flores Raras

Conta-se que havia uma jovem que tinha tudo, um marido maravilhoso, filhos perfeitos, um emprego que lhe rendia um bom salário e uma família unida. O problema é que ela não conseguia conciliar tudo. O trabalho e os afazeres lhe ocupavam quase todo tempo e ela estava sempre em débito em alguma área. Se o trabalho lhe consumia tempo demais, ela tirava dos filhos, se surgiam imprevistos, ela deixava de lado o marido... E assim, as pessoas que ela amava eram deixadas para depois até que um dia, seu pai, um homem muito sábio, lhe deu um presente: Uma flor muito rara, da qual só havia um exemplar em todo o mundo. O pai lhe entregou o vaso com flor e lhe disse: - filha, esta flor vai lhe ajudar muito mais do que você imagina! Você terá apenas que rega-la e poda-la de vez em quando, e, ás vezez, conversar um pouquinho com ela. Se assim fizer, ela enfeitará sua casa e lhe dará em troca esse ferfume maravilhoso. A jovem ficou muito emocionada, afinal a flor era de uma beleza sem igual. Mas o tempo foi passando, os problemas surgiam, o trabalho consumia todo do seu tempo, e a sua vida, que continuava confusa, não lhe permitia todo o seu tempo, e a sua vida, que continuava confusa, não lhe permitia cuidar da flor. Ela chegava em casa, e as flores ainda estavam lá, não mostravam sinal de fraqueza ou morte, apenas estavam lá, lindas, perfumadas. Então ela passava direto. Até que um dia, sem mais nem menos, a flor morreu. Ela chegou em casa e levou um susto! A planta, antes exuberante, estava completamente morta, suas raízes estavam ressecadas, suas flores murchas e as folhas amareladas. A jovem chorou muito, e contou ao pai o que havia acontecido. Seu pai então respondeu: eu já imaginava que isso aconteceria, e, infelizmente, não posso lhe dar outra flor, porque não existe outra igual a essa. Ela era única, assim como seus filhos, seu marido e sua família. Todos são bênçãos que o SENHOR lhe deu, mas você tem que aprender a rega-los, poda-los e dar atanção a eles, pois assim como a flor, os sentimentos também morrem. Você se acostumou a ver a flor sempre lá, sempre viçosa, sempre perfumada, e se esqueceu de cuidar dela. Por fim, o pai amoroso e sábio concluiu: Filha! Cuide das pessoas que você AMA!



E você, tem cuidado das flores raras que Deus lhe empresta, em forma de filhos,esposo (a), namorado(a) irmãos e outros familiares? Lembre-se sempre que seus amores são flores únicas que lhe compete cuidar. Problemas surgem. O trabalho pode ser feito mais tarde. Compromissos sociais podem ser adiados, mas os filhos dependem dos seus cuidados constantes para que näo venham a fenecer... Pense nisso! Cada pessoa é uma flor única... Não há no universo outra igual... O divino cultivador as deposita em nosso lar, confiando-as aos nossos cuidados. E para que essas flores raras possam perfumar sempre, cuide bem delas.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Primadonna no Multishow! 2009

"Fala galera de Barretos!
Nós, do Primadonna, queremos agradecer o apoio de todo mundo aí da região e dizer q estamos entre os 5 finalistas do prêmio Multishow, na categoria Revelação! Contamos com a ajuda de todos pra levar esse prêmio pra casa!

Pra votar é só entrar em http://multishow.globo.com/Premio-Multishow/Vote-no-Premio/

se logar e votar.

Cada login pode votar uma vez por dia!



Contamos com vcs!Abraços de todos do Primadonna!"









Grande Bill, Digão....meninos!
Parebéns pelo espaço que conquistaram.
Sucesso!

sexta-feira, 3 de abril de 2009

tomou no c*, literalmente...


ESSE LADRÃO CABEÇUDO, FOI ROUBAR UM MUSEU EM LONDRES,
ENTROU PELOS FUNDOS DO MUSEU E ARRISCOU ARROMBAR UMA PORTA ...
O ALARME DISPAROU, E O MELIANTE APAVORADO, SAIU CORRENDO PELO JARDIM, TREPOU NA ÁRVORE E ACHOU QUE DAVA PARA PULAR POR CIMA DA GRADE .... OLHAAAAAAAA SÓÓÓ O QUE ESSE ANIMAL CONSEGUIU FAZER ...
FOI SOCORRIDO, E DEPOIS PRESO
........MAIS O ..FIOFÓÓÓ ....JÁ ERA...
Pode isso??

quarta-feira, 25 de março de 2009

Cachaça é cultura!

Antigamente, no Brasil, para produzir melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo.Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse.Um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou! O que fizeram então?Guardaram o melado estragado longe das vistas do feitor. No dia seguinte, encontraram o melado azedo (fermentado).Não pensaram duas vezes: misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo. Resultado: o "azedo" do melado antigo era álcool que aos poucos foi evaporando, formando no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente. Era a cachaça já formada que pingava (por isso o nome PINGA). Quando as gotas batiam nas costas marcadas com as chibatadas ardia muito, por isso o nome "AGUARDENTE".Caindo em seus rostos e escorrendo até a boca, os escravos viram que a tal goteira dava uma deliciosa sensação, daí passaram a repetir o processo constantemente.Hoje, como todos sabem, a pinga é símbolo nacional!

Em homenagem aos meus caros amigos, verdadeiros "Pudins de Pinga"

:)

Mai, que a caipiroska desce bem, isso desce!

Saúde!

Zell

quinta-feira, 19 de março de 2009

quarta-feira, 18 de março de 2009

Solte a panela...

Um grande urso, vagando pela floresta, percebeu que um acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida. Quando a tina já estva fora da fogueira, o urso a abraçou com toda a sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo. Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo. Na verdade, era o calor da tina....Ele estava sendo queimado nas pas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.Começou a urrar muito alto. E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo. Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra seu corpo e mais alto ainda rugia.Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma arvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida.O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.Quando terminei de ouvir essa historia de um mestre percebi que, em nossa vida, por muitas vezes abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes.Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro e, mesmo assim, ainda julgamos importantes.Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero. Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.Para que tudo dê certo em sua vida é necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir. Tenha a coragem e a visão que o urso não teve.Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder...Solte a panela!

- desconheço a autoria!

Ainda ontem comentei esse texto com a minha filha. Aliás, desde que o conheço, não é a primeira vez que o uso como exemplo em situações em que tudo que causa sofrimento é o apego.
Leve esse conceito consigo pela vida, e aposto que com isso será capaz de evitar muitas lágrimas...

Boas energias para você e solte a panela!

Zell

quinta-feira, 12 de março de 2009

Os Palavrões ...


Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos.
É o povo fazendo sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia. Sem que isso signifique a “vulgarização” do idioma, mas apenas sua maior aproximação com a gente simples das ruas e dos escritórios, seus sentimentos, suas emoções, seu jeito,sua índole.
“Pra caralho”, por exemplo. Qual expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que “Pra caralho”? “Pra caralho” tende ao infinito, é quase uma expressão matemática. A Via- Láctea tem estrelas pra caralho, o Sol é quente pra caralho, o universo é antigo pra caralho, eu gosto de cerveja pra caralho, entende?
No gênero do “Pra caralho”, mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso “Nem fodendo!”. O “Não, não enão!” e tampouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade “Não, absolutamente não! “o substituem. O “Nem fodendo” é irretorquível, e liquida o assunto. Te libera, com a consciência tranqüila, para outras atividades de maior interesse em sua vida. Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro pra ir surfar no litoral? Não perca tempo nem paciência. Solte logo um definitivo “Marquinhos, presta atenção, filho querido, NEM FODENDO!”. O impertinente se manca na hora e vai pro Shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o CD do Lupicínio.
Por sua vez, o “porra nenhuma!” atendeu tão plenamente as situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional. Como comentar a bravata daquele chefe idiota senão com um “é PhD porra nenhuma!”, ou “ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma!”. O “porra nenhuma”, como vocês podem ver, nos provê sensações de incrível bem estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha. São dessa mesma gênese os clássicos “aspone”, “chepone”, “repone” e, mais recentemente, o “prepone” - presidente de porra nenhuma. Há outros palavrões igualmente clássicos.
Pense na sonoridade de um “Puta-que-pariu!”, ou seu correlato “Puta-que-o- pariu!”, falados assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba… Diante de uma notícia irritante qualquer um “puta-que-o-pariu!” dito assim te coloca outra vez em seu eixo. Seus neurônios têm o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça.
E o que dizer de nosso famoso “vai tomar no cú!”? E sua maravilhosa e reforçadora derivação “vai tomar no olho do seu cú!”.Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando,passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta: “Chega! Vai tomar no olho do seu cú!”. Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima. Desabotoa a camisa e saia à rua, vento batendo na face,olhar firme,cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.
E seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: “Fodeu!”. E sua derivação mais avassaladora ainda: “Fodeu de vez!”. Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação? Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás de você mandando você parar: O que você fala? “Fodeu de vez!”.
Sem contar que o nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de “foda-se!” que ela fala. Existe algo mais libertário do que o conceito do “foda-se!”? O “foda-se!” aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas. Me liberta. “Não quer sair comigo? Então foda-se!”. “Vai querer decidir essa merda sozinho(a) mesmo? Então foda-se!”. O direito ao “foda-se!” deveria estar assegurado na Constituição Federal. Liberdade, igualdade, fraternidade e foda-se!. Grosseiro, mas profundo…
Pois se a lingua é viva, inculta, bela e mal-criada, nem o Prof. Pasquale explicaria melhor. “Nem fodendo…”

Desconheço o autor... e agradeço ao amigo que me encaminhou essa mensagens a uns 300 anos rs...
brincadeira! Mas faz tempão mesmo!!

Boas vibrações aí pra você, sem stress, solta um bom palavrão desses aí e fique sussa sussa!!

Até!

Zell

sexta-feira, 6 de março de 2009

Iron Maiden 2009 - vou mesmo!

Precisa comentar?
2009, Barretos no Maiden (traveiz!!!)

Conto Do Velho Marinheiro
(Rime Of The Ancient Mariner)
Ouça a história do velho marinheiro
Veja seus olhos enquanto ele para um de cada três
Hipnotiza um dos convidados do casamento
Fique ali e ouça sobre os pesadelos dos mares
E a música toca, enquanto a noiva passa por perto
Cativada pelo seu encanto e o marinheiro conta sua história
Levado ao sul da terra da neve e gelo
Para um lugar onde ninguém esteve
Atravessando as tempestades de neve voava um albatroz
Gritou em nome de deus, esperança de boa sorte ele trazia
E o navio navegava de volta ao norte
Através do nevoeiro e gelo e o albatroz o seguia
O marinheiro matou o pássaro da boa nova
Seus companheiros gritaram contra o que ele havia feito
Mas quando o nevoeiro sumiu eles o perdoaram
E se tornaram parceiros de crime
Navegando e navegando para o norte através do mar
Navegando e navegando para o norte
Até que tudo estivesse calmo
O albatroz começou a sua vingança
Uma terrível maldição, uma sede começou
Os companheiros culpam o marinheiro pela má sorte
Sobre seu pescoço é pendurado o pássaro morto
E a maldição prossegue no mar
E a maldição prossegue para eles e eu
Dia após dia, dia após dia,
Estamos parados, sem vento e sem movimento
Tão parados como um navio pintado em um oceano pintado
Água, água para todo lado e toda a comida se foi
Água, água por todo lado, e nem uma gota para beber
Então gritou o marinheiro
Lá vem uma embarcação no horizonte
Mas como ele pode navegar
Sem vento e sem correntes?
Veja... ela vem em frente
Ela está se aproximando, vindo do sol
Veja, ela não tem tripulação
Ela não tem vida, espere, mas há dois
A morte e ela, a morte em vida
Jogaram os dados para a tripulação
Ela ganhou o marinheiro e ele pertence a ela agora
Então a tripulação, um a um, caíram mortos,
Duzentos homens
Ela, ela, morte em vida
Ela o deixou viver, o seu escolhido
Um a um, sobre a lua rodeada de estrelas
Rápido demais para gemer ou suspirar
Cada um virou seu rosto atormentado
E me amaldiçoou com seu olhar
Quatro vezes cinqüenta homens
(e eu não ouvi suspiro ou gemido)
Pesadamente, um vulto sem vida,
Eles caíram um em um
A maldição prosseguia nos seus olhares
O marinheiro desejou ter morrido
Juntamente com as criaturas do mar
Mas elas vivem, e ele também
E sobre a luz da lua
Ele reza para seus futuros horríveis
De coração ele as abençoa
Criaturas de deus, a todas elas também
Então o feitiço começa a se quebrar
O albatroz cai de seu pescoço
Afunda como chumbo no mar
Então cai a chuva
Escute os gemidos dos marinheiros mortos a tempo
Veja eles se moverem e começarem a levantar
Corpos levantados por bons espíritos
Nenhum deles fala e eles não tem vida em seus olhos
E a vingança ainda continua, provação começa de novo
Preso em um transe o pesadelo continua
Agora finalmente a maldição terminou
E o marinheiro avista sua casa
Espíritos saem dos corpos mortos a tanto tempo
Formam sua própria luz e o marinheiro é deixado só
E então um bote vem velejando de encontro a ele
Era uma alegria, ele não podia acreditar
O comandante do barco, seu filho e o ermitão
Pena de vida cairá sobre ele
E o navio afunda como chumbo no mar
E o ermitão perdoa o marinheiro de seus pecados
O marinheiro é destinado a contar sua história
A contar esta estória onde quer que vá
A ensinar a palavra de deus através de seu exemplo
Que nós devemos amar todas as coisas que deus fez
E o convidado do casamento é um homem mais triste e sábio
E a história continua e continua
Maiden pra sempre!!

quinta-feira, 5 de março de 2009

Todas as manhãs na África...

Toda manhã em algum lugar da África, uma gazela acorda e sabe que
terá que correr muito de um leão para não morrer.
Toda manhã em algum lugar da África, um leão acorda e sabe que
terá que correr muito atrás de uma gazela para não morrer de fome.
Portanto, quando o sol surgir, não importa se você é um leão ou uma gazela,
com certeza será melhor começar a correr.
O único lugar em que o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário.
Não pare nunca, porque a vitória sorri somente para aqueles que não
param no meio do caminho...
Não consegui decifrar a autoria da imagem!
Ótimas energias para você!
Zell

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Pooooutz... Que virada!


Eu acho que meu pai adorou o jogo ontem,
ele é palmeirense roxo (roxo?? verde... sei lá rs)
Que virada!!
Que continuem assim... (O Humor do
meu velho fica bem melhor viu kkk)
Vá lá, foi bacana!!



ééééé´... o Hino!!


Quando surge o alviverde imponente
No gramado em que a luta o aguarda
Sabe bem o que vem pela frente
Que a dureza do prélio não tarda
E o Palmeiras no ardor da partida

Transformando a lealdade em padrão
Sabe sempre levar de vencido
E mostrar que de fato é campeão
Defesa que ninguém passa
Linha atacante de raça
Torcida que canta e vibra
Defesa que ninguém passa

Linha atacante de raça
Torcida que canta e vibra
Por nosso alviverde inteiro

Que sabe ser brasileiro
Ostentando a sua fibra

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Broken


Quando nos quebramos, temos a oportunidade de começar de novo, de construir algo diferente, de fazer melhor a cada nova tentativa... porque o caminho não está feito, ele se faz ao ir adiante!

Broken,
é uma letra bonita, e cabe bem...
Eu queria que você soubesse que eu adoro o jeito que você sorri
Eu quero te abraçar bem forte e levar sua dor pra bem longe
Eu guardo sua foto, e eu sei que ela me ajuda bastante
Quero te abraçar bem forte e roubar sua dor
Porque eu fico em pedaços quando estou solitário
E eu não me sinto bem quando você vai embora
Você se foi pra longe, e não me sente mais aqui
O pior já passou e nós podemos respirar de novo
Eu quero te abraçar bem forte, e mandar minha dor pra longe
Há muita coisa deixada de aprender, e ninguém contra quem lutar
Eu quero te abraçar bem forte e roubar sua dor
Porque eu fico em pedaços quando fico exposto
E eu não me sinto como se eu fosse forte o bastante
Porque eu fico em pedaços quando estou solitário
E eu não me sinto bem quando você vai embora
Porque eu fico em pedaços quando fico solitário
E eu não me sinto bem quando você vai embora
Você se foi, você não me sente mais.

boas energias, brindem seu dia!
Zell



sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Hindi? vai dar o que falar...

Curiosa nem nada, queria saber o que diziam os personagens da global das 9 Caminho das Índias (é apesar da referência, "a novela das oito"), claro que vim pra net buscar e achei! Entre outros, neste blogger: http://www.almacarioca.net/expressoes-usadas-em-caminho-das-indias-lu-dias/


e olha as expressões aí:


ARE BABA - é uma exclamação. Equivale a um “poxa!” /”ô Deus” /”não” /”não brinca”/ “ah, não”
BAGUAN KELIÊ - por Deus! ô meu Deus!
AREBAGUANDI - também no sentido de “ai meu Deus”! (quando se põe esse final “di”, acrescenta-se um respeito maior à pessoa a quem você se dirige. Assim, arebaguandi é um “ô meu deus”mais respeitoso ainda que o BAGUAN KELIÊ)
DJAN - querido, amado
TCHALÔ - vamos!
DJAN. DJAN - vá, vá, vamos
ULU - pessoa estúpida, burra
ULUCAPATÁ - o maior de todos os burros! “grande senhor dos burros”, como traduzem os indianos
ATCHÁ - expressao de satisfação
ATCHATCHATCHA - expressão que traduz muita satisfação
FIRANGHI - estrangeira


TRATAMENTOS FAMILIARES
Na India, a maneira de chamar um parente especifica exatamente o grau de parentesco que se tem com ele. Vejam:


pai - baldi ou papa
mãe - mamadi ou mami
irmão mais velho - bhaya
irmã - didi
tio por parte de pai - barepapa (o mais velho) caca ou tchatcha (o mais novo)
tio por parte de mãe - mama
tia por parte de mãe - massi
avô por parte de pai - dada
avó por parte de pai - dadi
avô por parte de mãe - nana
avó por parte de mãe - nani


Acho linda a pronúncia, e poxa vida, as danças... nossa, que sonho!!!